Com aumento de 61%, atos de compra e venda de imóveis batem recorde

Possibilidade da lavratura de escrituras on-line explicam o forte aumento no primeiro semestre. Veja como ter acesso ao serviço

Se a pandemia da covid-19 exigiu que muitos casais adiassem o sonho de realizar uma festa de casamento, o mesmo não se pode dizer sobre o projeto da casa própria. Só no 1º semestre do ano, foram firmadas 728.360 escrituras públicas de compra e venda de imóveis, de acordo com Colégio Notarial do Brasil – Seção São PauloO ato que identifica a negociação de determinado bem imóvel teve um crescimento de 61% nas formalizações em todo o Brasil.

São Paulo liderou as transações, com mais de 204 mil, seguido por Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Santa Catarina aparece em quinto lugar no levantamento. No mesmo período do ano passado, 451.130 escrituras foram lavradas. A necessidade de distanciamento social e a rotina de home-office alteraram a dinâmica nas residências, o que levou muita gente a buscar outras opções com mais espaço ou que melhor se encaixavam no orçamento mais restrito por conta da crise.

Para a entidade representativa dos cartórios de notas, uma das hipóteses que pode explicar o forte crescimento dos atos de compra é a possibilidade da realização das escrituras públicas de forma on-line. A prática foi regulamentada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em maio do ano passado por causa da covid-19. A opção do ato notorial não tem nenhum custo adicional e pode ser feita de qualquer país.

Escritura eletrônica: como ter acesso?

A emissão da escritura de forma eletrônica deve ser solicitada ao cartório. A análise e identificação dos contratantes é realizada pelo tabelionato. Uma videoconferência é conduzida pelo tabelião de notas com a participação das partes envolvidas no negócio, momento em que são repassadas todas as informações. De acordo com o Código Civil, o ato de compra e venda é um documento obrigatório para a transferência de bens imóveis de valor superior a 30 salários-mínimos.

FONTE: VALOR INVESTE EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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Em vez de buscar uma venda pouco valorizada no mercado de usados, produtores têm a opção de dar nova utilidade para o autopropelido, gerando vantagens financeiras e sustentáveis na operação da fazenda


Foto: Dayane Pozzer.

Já pensou ter um maquinário agrícola usado transformado em novo? Parece algo inimaginável, no entanto, há alguns anos essa inovação existe e tem ajudado muitos produtores a dar um novo destino aos autopropelidos, transformando o que já estava defasado em eficientes distribuidores de fertilizantes. Isso, além de gerar economia nos custos operacionais e ganhos de produtividade, proporciona maior sustentabilidade a operação.

Desde 2012, essa possibilidade faz parte do portfólio de produtos da empresa brasileira MP Agro. A iniciativa é pioneira e começou para atender um grande grupo produtor de commodities no Mato Grosso, mas foi tão eficaz que levou ao nascimento da Linha Z. Capaz de gerar uma economia de até 85% em relação a compra de um autopropelido novo, a Linha Z de distribuição a lanço tem inúmeras vantagens, uma delas é a compatibilidade com todos os modelos de pulverizadores autopropelidos existentes.

A produtora rural, Cassiane Baratto, de Querência-MT, por exemplo, conheceu o equipamento através de produtores vizinhos e apostou na modernização. Na propriedade de cerca de 900 hectares entre soja e milho, o adubo era aplicado na lavoura por máquina de arrasto, mas o trabalho não era ágil segundo ela. "Era um serviço que demorava, a gente estimava uma semana para a aplicação, mas não sabia quando ia acabar, dependendo do clima levava até dois meses para concluir", relata.

A produtora optou pelo equipamento com capacidade de carga de 6 m³, dessa forma, o processo de distribuição a lanço passou a durar apenas uma hora. "A gente consegue colocar seis bags de adubo dentro da caixa para fazer a aplicação e em menos de uma hora conseguimos distribuir esses seis mil quilos do produto nos hectares desejados", conta.

A segunda vantagem, de acordo com Cassiane, é a economia de combustível. "Nosso autopropelido já tem uma tecnologia embarcada muito boa, com motor eletrônico que autorregula a aceleração, então na aplicação de fertilizante gastava de um a cinco litros de diesel por hectare, o que já é uma média muito boa. Quando transformei para a caixa adubadora passamos a gastar somente de um a dois litros por hectare porque ela usa óleo hidráulico e não exige tanta força do motor. Assim conseguimos reduzir o consumo", explica.

Sem amassamento

Outro benefício encontrado pelos produtores ao escolher a Linha Z é a redução do amassamento das lavouras, pois com a modernização é possível utilizar o mesmo rastro do pulverizador para outras operações da área. Na fazenda da produtora Cassiane essa foi uma das grandes vantagens de renovar o autopropelido. "A gente estimava perda de três sacas por hectare para cada linha. Tinha que fazer dois rastros, então eram seis sacas por hectare perdidos", relembra.

Para entender o tamanho da economia da produtora por safra, a conta é simples. Se considerarmos apenas metade dos 900 hectares plantados, ou seja, 450 HA e multiplicamos a perda de 6 sc/HA, no ao valor médio atual de R$ 160 a saca de soja, o ganho foi de 432 mil.

Investimento inteligente

Para ter a modernização, o produtor só precisa verificar se o seu sistema automotriz atual está em boas condições. A instalação é feita por técnicos da fábrica da MP Agro e leva apenas um dia. Para o CEO da MP Agro, Douglas Peccin, o equipamento da Linha Z também é conhecido como caixa de inox, pois é produzido com material 100% inox, ideal para combater o efeito da abrasão e corrosão dos produtos químicos e do ambiente, além da facilidade de limpeza e assepsia.

Ainda segundo ele, quando chega a hora de substituir um pulverizador, dificilmente o mercado está disposto a pagar o que ele realmente vale, desvalorizando-o.  "Por tanto o investimento é uma alternativa inteligente e tem melhor custo-benefício pela durabilidade, sustentabilidade e por promover produtividade", finaliza.

MP Agro – Fundada em 2012 e com sede em Ibaté-SP, nasceu com o propósito de trazer as melhores soluções tecnológicas ao mercado agrícola a partir da necessidade de aproveitamento de autopropelidos e tratores utilizados para outras funções na fazenda, tornando-os mais eficientes e produtivos no campo. Possui um portfólio de produtos voltados para distribuição de fertilizantes, o que os fazem especialistas no segmento.

Aziz critica relatório, mas se recusa a alterar conteúdo: ‘ninguém é besta aqui’

Para Aziz, há falhas na tipificação dos crimes apontados nas conclusões do relator que podem ser derrubadas após a conclusão da CPI

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Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), Omar Aziz (PSD-AM), reforçou a insatisfação com o relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL) e se recusou a fazer uma nova reunião do grupo majoritário para discutir o parecer final da investigação.

Para Aziz, há falhas na tipificação dos crimes apontados nas conclusões do relator que podem ser derrubadas após a conclusão dos trabalhos da CPI. “Ninguém vai condenar ninguém fazendo do relatório uma pirotecnia”, disse o presidente do colegiado em entrevista à imprensa no Senado.

Após o descontentamento, Aziz pediu que o relator não altere nada no parecer e que, apesar dos questionamentos, o parecer será aprovado. Mais cedo, Renan admitiu fazer alterações se houver concordância da maioria da comissão. Em entrevista à imprensa no Senado, no entanto, Aziz declarou que se posicionará de forma favorável a tudo que Renan colocou até agora no documento.

Conforme o Estadão revelou, o relatório deve listar uma série de crimes supostamente cometidos pelo presidente Bolsonaro na pandemia, como homicídio qualificado, infração de medida sanitária preventiva, charlatanismo, genocídio de indígenas e prevaricação. O relator resolveu classificar os crimes como dolosos, ou seja, assumindo os riscos conscientemente.

Há divergências entre integrantes do grupo majoritário sobre a acusação de “genocídio indígena” na pandemia, crime que pode levar o governo a ser julgado em tribunais internacionais, e de homicídio qualificado por parte de Bolsonaro. “Espero que ele não retire nada, que ele não perca tempo nem se esforce para retirar porque ninguém é besta aqui e a gente não coloca a carroça na frente dos bois à toa. Não é assim”, disse Aziz.

Omar Aziz afirmou que o parecer será lido nesta semana e a comissão terá uma semana para avaliar. Os senadores poderão sugerir a inclusão de indiciados e acréscimos no relatório, mas, após o vazamento de informações, se recusam a pedir a exclusão de itens do parecer. “Seria correto, de toda idoneidade para a unidade, a gente saber do relatório hoje, discutir ponto a ponto e não saber pela imprensa. É aquele negócio: marido traído é o último a saber.”

O presidente da CPI reforçou que irá votar favoravelmente ao relatório de Renan Calheiros e que o compromisso da CPI em responsabilizar os culpados pelo descontrole da pandemia de covid-19 está mantido, apesar das divergências. “Sabe qual é a minha preocupação? É você tipificar alguma coisa e essa tipificação cair no primeiro momento e aí colocar tudo a se perder. Esse é o meu medo, é quando você faz uma denúncia frágil que você está colocando ali sem embasamento técnico e cair”, declarou o presidente da comissão.

FONTE: JORNAL DE BRASÍLIA EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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Brasil está entre países que mais deve sofrer com PIB chinês fraco, diz Natixis

A consultoria analisou 29 economias de vários continentes e considerou a participação das exportações desses países no Produto Interno Bruto (PIB) chinês

— Foto: Getty Images

A desaceleração econômica chinesa terá um “choque negativo significativo" para os países da América Latina, em especial Brasil e Chile, avalia a Natixis. A consultoria analisou 29 economias de vários continentes e considerou a participação das exportações desses países no Produto Interno Bruto (PIB) chinês, bem como a sensibilidade dessas exportações ao crescimento econômico da China.

Segundo o analista Patrick Artus, Brasil e Chile estão entre os países mais sensíveis à desaceleração econômica chinesa, com as exportações totais para a China representando 3,32% e 7,93% como porcentual do PIB chinês em 2019 - portanto antes do impacto da pandemia. Além disso, ele observa que a elasticidade das vendas brasileiras e chilenas sobre o crescimento econômico chinês é alta, respondendo por 1,393 e 0,968 das importações da China em 2019.

O PIB da China desacelerou a 4,9% no terceiro trimestre deste ano, de +7,9% no período anterior e de +5,1% esperado por economistas consultados pelo WSJ, marcando o ritmo mais lento de expansão da atividade em um ano. “Olhando à frente, é muito provável que o crescimento da China seja enfraquecido pelo envelhecimento da população, pela cautela na demanda das famílias e nos investimentos das empresas, além da crise do setor imobiliário", enumera Artus.

Segundo ele, também devem sentir um impacto mais negativo da desaceleração econômica da China alguns países da África, em especial África do Sul e Etiópia; Alemanha; países produtores de petróleo e do sudeste asiático (exceto Índia), além de Brasil e Chile. “São países com participação relevante das exportações para a China e cujo índice de elasticidade está entre 0,8 e 0,9”, explica o analista da Natixis.

Este conteúdo foi publicado originalmente no Valor PRO.

FONTE: VALOR INVESTE EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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Elon Musk volta a derrubar Jeff Bezos da lista de homem mais rico do mundo

A fortuna do bilionário sul-africano cresceu com oitavo mês de alta nas ações da Tesla

Elon Musk, CEO da Tesla (Foto: dpa/picture alliance via Getty Images)

Com patrimônio calculado em 236 bilhões de dólares, Elon Musk, dono da fabricante de elétricos Tesla e da empresa de exploração espacial SpaceX, ultrapassou Jeff Bezos, fundador da Amazon, e voltou ao posto de mais rico do mundo, de acordo com índice do jornal Bloomberg.

Segundo a publicação, Bezos detém nesta segunda (18) uma fortuna de cerca de US$ 196 bilhões.

As posições se repetem em outro índice, criado pela revista Forbes, ainda que a diferença entre os dois bilionários seja menor (US$ 218,6 bi para Musk, US$ 198, 5 bi para Bezos).

A mudança no pódio dos centibilionário se deve em parte a uma boa performance das ações da Tesla, que fechou o pregão na sexta-feira (15) valendo US$ 843,03. É um aumento de 3% com relação ao dia anterior, e de cerca de 20% no combinado anual, segundo o jornal Business Insider. Na manhã desta segunda, a ação passou por nova alta, desta vez de 0,7%, para US$ 848,99. Já é o oitavo mês de alta nos papéis da companhia.

Além disso, a SpaceX ultrapassou pela primeira vez os US$ 100 bi em valor de mercado após uma rodada de venda de ações realizada no começo do mês, se tornando uma das companhias privadas mais valiosas do mundo. Um acordo entre seus investidores resultou em um ganho de 11 bilhões de dólares para o sul-africano, segundo apuração da Bloomberg.

Elon Musk, que, entra mês sai mês, disputa com Bezos a primeira posição da lista dos super ricos, viu sua fortuna estimada subir em US$ 60 bilhões apenas este ano.

FONTE: GLOBO EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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Trecho entre o Touring e o Museu Nacional vai ganhar estacionamentos e área verde com espécies do cerrado. Serão 15 mil m² de área verde com espécies nativas do cerrado e novos caminhos para pedestres em meio ao espaço



A Confederação Nacional da Indústria (CNI) já iniciou as obras da área entre o Touring e a Biblioteca Nacional. O espaço, localizado no Setor Cultural Sul, está sendo restaurado por meio do Adote Uma Praça. São 33 mil m² que estão recebendo melhorias urbanísticas, como reorganização do fluxo de veículos, estacionamento público, ampliação do espaço verde e paisagismo.

O local, que continua sendo público, faz parte de um projeto maior, iniciado pela CNI, em janeiro de 2020, com a compra do edifício do Touring, para a criação do Espaço de Arte, Ciência e Tecnologia. A proposta é conectar educação, arte e ciência, democratizando o acesso à informação.

"Todas as benfeitorias feitas pelo parceiro vão se reverter em melhorias para a comunidade. Ganha a CNI, que terá um local voltado para arte, ciência e tecnologia, ganha o GDF e ganha a população, com esse novo espaço que será muito bem aproveitado por todos"Roberto Andrade, secretário de Projetos Especiais

Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da CNI, Rafael Lucchesi, o projeto não se limita apenas ao interior do Touring, mas a todo o entorno do edifício. "Vamos ampliar o uso do terreno para compor a grade de programação cultural do espaço em frente ao museu, com a promoção de eventos e atividades culturais ao ar livre", explica o diretor.

A ideia da CNI é resgatar a escala bucólica dos parques e jardins de Brasília conforme proposta original do Plano Piloto de Lúcio Costa. Serão 15 mil m² de área verde com espécies nativas do cerrado e novos caminhos para pedestres em meio ao espaço.

A área de estacionamento será usada para atender as demandas da região e o público do museu, inclusive há vagas destinadas a ônibus, já que se espera para esse espaço um grande fluxo de visitas de escolas do Distrito Federal e do entorno.

Os dois conjuntos de estacionamentos terão aproximadamente 250 vagas para veículos e seis vagas para ônibus. A instituição ficará responsável por manter o espaço limpo, com as áreas verdes preservadas, com serviços de manutenção.

Túnel
As passagens de pedestres subterrâneas fazem parte do projeto de Lúcio Costa para o Plano Piloto. Entendia-se que, pelas passagens, o pedestre percorreria todos os setores sem confronto com o trânsito veloz. Mas esse movimento não foi para frente e as poucas passagens construídas na capital são hoje locais pouco utilizados.

"O nosso projeto alia-se às melhores experiências do mundo e vamos deixar um legado com a arquitetura icônica da Esplanada dos Ministérios aliada ao novo prédio do Touring, que estará em harmonia com todo o entorno requalificado"Rafael Lucchesi, diretor de Educação e Tecnologia da CNI

Um desses locais, que liga o pavimento inferior do Touring à praça em frente ao Setor de Diversões Sul, é a segunda área adotada pela CNI e que faz parte do projeto de criação do Espaço de Arte, Ciência e Tecnologia. As obras de requalificação do túnel devem começar em breve.

"Essa passagem, por muito tempo, ficou abandonada, servindo de local para uso de drogas. Agora, estará conectada com a nova proposta cultural de ocupação do prédio do Touring. E será devolvida para a população como um local seguro e adequado", justificou Lucchesi.

A proposta da instituição é criar um espaço que vai além de uma passagem pública, mas uma área multiuso, que terá infraestrutura para se transformar em auditório para eventos, exibição de filmes, palestras, pequenos shows e pequenas exposições. Tais eventos integrarão a grade de programação do espaço, aberta a vários públicos, ampliando a oferta de atividades culturais e educativas de Brasília.

Além disso, buscou-se propor uma interação entre as pessoas que estão apenas de passagem no túnel com o conteúdo do espaço e isso se dará por meio de painéis fixados na lateral do corredor de circulação pública dentro do limite do terreno, que poderá ser ocupado com exposições.

"O nosso projeto alia-se às melhores experiências do mundo e vamos deixar um legado com a arquitetura icônica da Esplanada dos Ministérios aliada ao novo prédio do Touring, que estará em harmonia com todo o entorno requalificado", ponderou o diretor da CNI.

O secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade, comemora a parceria com a instituição. "Todas as benfeitorias feitas pelo parceiro vão se reverter em melhorias para a comunidade. Ganha a CNI, que terá um local voltado para arte, ciência e tecnologia, ganha o GDF e ganha a população, com esse novo espaço que será muito bem aproveitado por todos".

Adote Uma Praça
Campeão em procura no Distrito Federal, o Adote Uma Praça, coordenado pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe), já recebeu, em mais de dois anos e meio, 167 propostas de adoção. Dessas, 56 já foram entregues, 34 estão em fase de revitalização e 60 estão ainda em análise pela equipe técnica.

Embora tenha praça em seu nome, o programa não se limita apenas a esses locais e busca parcerias com empresários e moradores do DF para a manutenção e recuperação de logradouros públicos de outros tipos, como jardins, balões rodoviários, estacionamentos, canteiros de avenidas, pontos turísticos, monumentos, parques infantis e pontos de encontro comunitário (PECs).

Para o diretor de Educação e Tecnologia da CNI, Rafael Lucchesi, o programa é uma agenda de política pública muito ajustado às tendências mundiais de cidades modernas. "Se não fosse a visão do governo atual do Distrito Federal, a Esplanada Cultural não teria sido possível. E a nossa proposta está aliada com o que os pioneiros pensavam para Brasília", completou.

De acordo com o secretário de Projetos Especiais, o governador Ibaneis Rocha trouxe esse resgate da interação entre o governo e o povo, trazendo a sociedade para dentro das ações do GDF. 'É por meio dessas parcerias entre o público e o privado que estamos conseguindo transformar a nossa cidade. O 'Adote' é um facilitador de todo esse trabalho", concluiu Andrade.

Para saber mais informações sobre o Adote Uma Praça entre no site www.adoteumapraca.df.gov.br. E se quiser se tornar um parceiro do GDF, entre em contato pelo e-mail sepe.gab@buriti.df.gov.br, ou pelo telefone (61) 3961-1538.

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